domingo, 24 de maio de 2009

Era um domingão...

Ok, continuando de onde parei. Ou de onde devia ter começado, do meu cotidiano.
Hoje o Cael mordeu meu pulso. Queria brincar de caçar. Ou foi isso o que concluí depois de assistir o tal veterinário e gato que também faz terapia com os bichinhos. Pulso arranhado, mas ainda viva, e isso também depois de uma caipirinha com gosto de óleo diesel. Urgh.
É mais fácil começar falando do que eu não fiz... dá mais assunto! Tenho uma blusa para tricotar, um tapete pra tricotar, e antes que pense que sou a minha própria avó, tenho uns dois ou três relacionamentos pra passar a limpo. Amanhã eu penso nisso, amiga Scarlett.
Melhor não, amanhã eu tenho prova e intelectualizar qualquer coisa depois de 5 longas horas pensando fica difícil!
Houve uma vez, em que eu e uma irmã fomos prestar Fuvest... ainda bem que foi na mesma escola e que a dita estava dirigindo! Depois de sairmos nos encontramos no corredor, cada uma em seu extremo (do corredor, não do nosso ataque de nervos), e não nos enxergamos! Parecíamos dois pistoleiros míopes olhando e franzindo todo o rosto pra ver se o inimigo estava lá mesmo ou era apenas o relógio da praça. Tsc tsc. Bons tempos aqueles. É claro que não passei no vestibular, nem naquele, nem em nenhum outro da supracitada fundação. (urgh).
Sobrevivi.
Sobreviventes são os moradores do centro velho de Sampa... Quanto lixo nas ruas! Mas os prédios são lindos. E o mendigo que me chamou de menina simpática também! RS. Facinha, facinha.
E minha vontade de não pensar em nada continua... Apesar de ter me perdido ao voltar da #$@&&* prova, encontrei duas mulheres simpáticas e viemos conversando até chegar na Estação da Luz (isso depois de eu tentar entrar na estação de metrô com o bilhete do trem... sabia que tinha algo errado!)
Vou dormir. Quem sabe não acordo menos distraída amanhã? Só vou deixar uma poesia antiga, que vira-e-mexe se torna recente.

Urgência

Quem pode dizer
o que passa pela cabeça?
Quantos novelos
Quantas cores
A desenrolar?
Se existem pontas
Quem dirá?
Mas diga rápido
Que me mata
O tardar
E tenho duvidas
Uma, duas, cem!
Sobre a cachola
E se nela há
No ou nós também!

Nenhum comentário:

Postar um comentário