Cheguei mais cedo no serviço ontem, como isso não significa nada para ninguém, fui conhecer a sala de leitura do local. Quase ninguém por lá e várias revistas disponíveis. Fiquei com a Marie Claire (uma das melhores da prateleira, juro!) e fiquei intrigada com a reportagem de uma brasileira que havia decidido engravidar aos 53 anos. Controvérsias à parte eu apoio. Em primeiro lugar, apoio a decisão dela de mesmo sendo solteira, ser mãe. Depois de dois casamentos falidos, nos quais os maridos não queriam ter filhos, ela decidiu realizar um sonho. Quem pode condenar isso? Quem pode impedir uma mãe consciente em um mundo onde tantas mulheres engravidam, abortam, abandonam, maltratam? Quanto aos riscos, que mãe não corre riscos? Que mãe não conta os dedinhos do recém-nascido?
Ficamos sempre divididos entre o sonho e o certo. Esperamos que o sonho seja o certo. E se não for? Assumimos os riscos.
O bebê está bem, ela está ótima e eu estou pensando seriamente em fazer o mesmo no futuro.
sábado, 5 de setembro de 2009
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