Eu gosto de círculos. E ciclos. Sem pontas. Sem fim. Ou melhor, com fim onde você mesmo estipula, do jeito que quiser.
Existem os falsos ciclos, como o da "cana de açúcar", de uma época remota demais para ser levada a sério. Por mim pelo menos. E também existem os ciclos tão certos que são capazes de transformar uma aversão doces em um ataque a um pacote de jujubas.
São vários, infinitos. Formam elos, correntes inteiras e são também únicos, de uma geração, uma vida, uma morte. Ou várias.
Difícil ver o que há além quando se anda em círculos mas ainda não percorreu todo o "dois-pi-erre". Cada passo trapaceia, ilude e mostra menos do que veríamos se fosse reta (e não é a reta uma circunferência de raio eterno?). E vai. Até que chega ao fim. E ao início. Mas já não é o mesmo ciclo.
Óbvio isso.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
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